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“Se os livros permaneceram os mesmos (mas também eles mudam, à luz de uma perspectiva histórica diferente), nós com certeza mudamos, e o encontro é um acontecimento totalmente novo.”
Essa afirmação de Ítalo Calvino (Por que ler os clássicos) norteia a conclusão do autor de que a releitura de um clássico, na idade adulta,
é uma leitura de descoberta, assim como a primeira.
é uma leitura mais detida, cujo potencial pode alterar a impressão juvenil que se tinha da obra.
tem o potencial de repelir o peso da tradição, provocando o questionamento do cânone.
é determinante para que o leitor possa apreender o que um valor estético.
tem o potencial de problematizar as crenças do discurso hegemônico.
Muitos de nossos alunos não cultivam o gosto pela leitura, pois devido ao mundo moderno e globalizado, devido aos meios de comunicação como TV e Internet, as relações interpessoais apresentam-se fragmentadas. As crianças e os jovens têm deixado de apreciar um bom livro, principalmente, para se entreter com meios de comunicação de massa, porque são de rápida absorção. Assinale a alternativa que não auxilia a importância da Literatura Infantil, nas escolas:
A imaginação, o sonho, a fantasia são fontes que alimentam a inteligência da criança, portanto, contribuem para sua formação.
O mundo da ficção proporciona uma visão de mundo que, muitas vezes, preenche lacunas resultantes de sua restrita experiência de vida.
Junto ao prazer, levantam-se o autoritarismo da obrigação, do tempo pré-determinado para a leitura, da ficha de leitura, da interpretação pré-fixada a ser, convergentemente, reproduzida pelo aluno-leitor e outros mecanismos que levam à satisfação no ato da leitura e o surgimento de novos leitores.
Por meio de contos de fadas, da reapropriação de mitos, fábulas e lendas folclóricas ou do relato de aventuras, o leitor reconhece o contorno dentro do qual está inserido e com o qual compartilha sucessos e dificuldades.
Para o trabalho com o texto literário, Melo, Oliveira e Valezi (2012), na obra organizada por Roja e Moura (2012, p.158) propõem que o professor, no trabalho com o poema, observe, nos recursos para reflexão linguística, entre outros, os seguintes aspectos:
repetições, linguagem conotativa, elementos temáticos, distribuição na página.
distribuição na página, construções sintáticas, repetições, linguagem conotativa.
linguagem conotativa, escolhas lexicais, construções sintáticas, elementos temáticos.
distribuição na página, escolhas lexicais, construções sintáticas, repetições.
escolhas lexicais, construções sintáticas, repetições, linguagem conotativa.
O estatuto do leitor e da leitura, no âmbito dos estudos literários, leva-nos a dimensionar o papel do professor não só como leitor, mas como mediador, no contexto das práticas escolares de leitura literária. A condição de leitor direciona, em larga medida, no ensino da Literatura, o papel dos mediadores para o funcionamento de estratégias de apoio à leitura da Literatura, uma vez que o professor opera escolhas de narrativas, poesias, textos para teatro, entre outros materiais de diferentes linguagens que dialogam com o texto literário. Essas escolhas ligam-se não só às preferências pessoais, mas a exigências curriculares dos projetos pedagógicos da escola.
Chama-se a atenção para a necessidade de formação literária dos professores de Português, sobretudo no âmbito da proximidade com a pesquisa e, consequentemente, do vínculo com a universidade, em percurso de mão dupla, já que essa não pode jamais esquecer seu compromisso com a educação básica. Além de mediador de leitura, portanto leitor especializado, também se requer do professor um conhecimento mais especializado, no âmbito da teoria literária.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações curriculares nacionais para o ensino médio. v. 1: Linguagens Códigos e suas Tecnologias. Brasília, 2006. p. 75.
Acerca do processo de ensino e de aprendizagem de literatura, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. No discurso oficial sobre o ensino de literatura, são enfatizadas a formação acadêmica e a literária do professor de Português.
PORQUE
II. O trabalho de mediação do aprendizado pressupõe a figura de um professor com conhecimento teórico bem fundamentado.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
O trecho abaixo presente na Base Nacional Comum Curricular de Língua Portuguesa evidencia que o papel da literatura:
No âmbito do Campo artístico-literário, trata-se de possibilitar o contato com as manifestações artísticas em geral, e, de forma particular e especial, com a arte literária e de oferecer as condições para que se possa reconhecer, valorizar e fruir essas manifestações. Está em jogo a continuidade da formação do leitor literário, com especial destaque para o desenvolvimento da fruição, de modo a evidenciar a condição estética desse tipo de leitura e de escrita. Para que a função utilitária da literatura – e da arte em geral – possa dar lugar à sua dimensão humanizadora, transformadora e mobilizadora, é preciso supor – e, portanto, garantir a formação de – um leitor-fruidor, ou seja, de um sujeito que seja capaz de se implicar na leitura dos textos, de “desvendar” suas múltiplas camadas de sentido, de responder às suas demandas e de firmar pactos de leitura.
Alternativas:
Está cada vez mais relacionada à questão do prazer estético proporcionado por ela.
Deve-se buscar a função da mesma para que o trabalho com literatura em sala de aula seja mais exitoso.
Deve estar atrelado a questões comunicativas, ou seja, devemos ler para escrevermos e falarmos melhor.
A leitura deve ser um trampolim para sua formação pessoal e cidadã.
Por tratar-se de uma manifestação artística, a leitura nada mais é que mero entretenimento, não resultando em aspectos formativos do aluno.
Leia o texto a seguir.
“Há algumas aprendizagens que os alunos precisam desenvolver logo que entram na escola: saber manusear os livros – didáticos e de literatura infantil –, usar de maneira adequada os cadernos, saber segurar e manipular o lápis de escrever, os lápis de colorir, a borracha, a régua, o apontador, a caneta, sentar corretamente na carteira para ler e escrever, cuidar dos materiais escolares, lidar com a tela, o mouse e o teclado do computador.”
Conforme contexto apresentado isso ocorre porque:
Esses conhecimentos e capacidades são requisitados nas diversas práticas cotidianas de leitura e de escrita, dentro da escola e fora dela.
Esses conhecimentos não atendem à aquisição da linguagem.
Esses conhecimentos são necessários para a evolução da linguagem, ainda que se restrinjam à realidade da escola.
Esses conhecimentos são necessários para a evolução da linguagem, ainda que não tenham uma perspectiva prática.
Quanto ao que afirmam os Parâmetros Curriculares Nacionais acerca do ensino de Literatura, é CORRETO afirmar somente que:
Os gêneros literários devem ter prioridade sobre os gêneros primários em razão de sua capacidade de elevar o espírito do leitor.
O ensino deve estar voltado a fazer perceber que o texto literário exige uma atitude do leitor diversa daquela exigida por outros textos.
A escola deve priorizar a leitura dos textos literários obedecendo a uma cronologia histórica, de modo que o aluno acompanhe sua evolução.
O texto literário deve ser usado como ferramenta para o desenvolvimento de competências como higiene, consciência política e tolerância.
Assinale a alternativa incorreta a respeito do texto literário e/ou da literatura.
É importante que o trabalho com o texto literário esteja incorporado às práticas cotidianas da sala de aula, visto tratar-se de uma forma específica de conhecimento. Essa variável de constituição da experiência humana possui propriedades compositivas que devem ser mostradas, discutidas e consideradas quando se trata de ler as diferentes manifestações colocadas sob a rubrica geral de texto literário.
A literatura não é cópia do real, nem puro exercício de linguagem, tampouco mera fantasia que se asilou dos sentidos do mundo e da história dos homens. Se tomada como uma maneira particular de compor o conhecimento, é necessário reconhecer que sua relação com o real é indireta. Ou seja, o plano da realidade pode ser apropriado e transgredido pelo plano do imaginário como uma instância concretamente formulada pela mediação dos signos verbais (ou mesmo não verbais conforme algumas manifestações da poesia contemporânea).
Pensar sobre a literatura a partir de uma autonomia relativa ante o real implica dizer que se está diante de um inusitado tipo de diálogo regido por jogos de aproximações e afastamentos, em que as invenções de linguagem, a expressão das subjetividades, o trânsito das sensações, os mecanismos ficcionais nunca se apresentam misturados a procedimentos racionalizantes, referências indiciais, citações do cotidiano do mundo dos homens.
A questão do ensino da literatura ou da leitura literária envolve um exercício de reconhecimento das singularidades e das propriedades compositivas que matizam um tipo particular de escrita.
É possível afastar uma série de equívocos que costumam estar presentes na escola em relação aos textos literários, ou seja, tratá-los como expedientes para servir ao ensino das boas maneiras, dos hábitos de higiene, dos deveres do cidadão, dos tópicos gramaticais, das receitas desgastadas do “prazer do texto”, etc. Postos de forma descontextualizada, tais procedimentos pouco ou nada contribuem para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos, a extensão e a profundidade das construções literárias.
Sobre literatura e ensino, é verdadeiro que:
Por falta de bibliotecas e livrarias boas no país, é uma área ignorada.
Há outras formas de aquisição das habilidades de ler, escrever, ouvir e falar que são substitutas eficazes da leitura.
A literatura estimula a imaginação e contribui para a formação do leitor crítico e reflexivo.
A falta de prestígio da literatura tem a vantagem de incentivar os alunos a criar seus próprios textos e criar um ambiente leitor em sala.
É um ensino imprescindível na formação de leitores semânticos, que é o grande objetivo da escola hoje.
Uma professora da educação infantil relata que no primeiro contato com a literatura infantil, a criança revela um prazer singular pela leitura de imagens. No trabalho com o texto literário, na Educação Infantil, a professora não deve contemplar:
A leitura como prática social.
O acesso do aluno apenas as obras literárias clássicas.
O desenvolvimento linguístico e cognitivo ao aluno.
O desenvolvimento do pensamento leitor.
Leia as afirmativas a seguir:
I. As obras literárias da primeira geração do Romantismo no Brasil possuem forte apelo nacionalista e indianista devido à influência de determinados eventos históricos, como a Semana de Arte Moderna de 1922, o governo militar de 1964 e o crescimento da indústria automotiva nacional.
II. A língua portuguesa pertence ao grupo das línguas românicas, também chamadas de neolatinas, resultado das transformações que aconteceram no latim vulgar levado à Península Ibérica.
III. O substantivo comum é aquele que designa os seres de uma mesma espécie de forma específica. Por exemplo: Ana, Pará e Maceió.
IV. A eficiência do serviço público está diretamente relacionada à forma como os servidores desempenham diariamente os seus papéis. Nesse sentido, deve-se bonificar os servidores que agem em desacordo com as leis e regras vigentes.
Marque a alternativa CORRETA:
Nenhuma afirmativa está correta.
Apenas uma afirmativa está correta.
Apenas duas afirmativas estão corretas.
Apenas três afirmativas estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa, destinados às séries iniciais do Ensino Fundamental, partem do princípio de que o domínio da língua, oral e escrita, é fundamental para a participação social efetiva, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento (BRASIL, 1997, p.15).
Tomando como base esse documento oficial, analise as proposições a seguir e marque V (para verdadeiro) ou F (para falso).
( ) É importante que o trabalho com o texto literário esteja incorporado às práticas cotidianas da sala de aula, visto tratar-se de uma forma específica de conhecimento;
( ) A questão do ensino da literatura envolve um exercício de reconhecimento das singularidades e das propriedades compositivas que matizam um tipo particular de escrita;
( ) A conquista da escrita alfabética já garante ao aluno a possibilidade de compreender e produzir textos em linguagem escrita de modo sistemático;
( ) O trabalho com linguagem oral deve acontecer no interior de atividades significativas: seminários, dramatização de textos teatrais, e de outros usos públicos da língua oral;
( ) A leitura é um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto, a partir dos seus objetivos, do seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a língua.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
V, F, F, V, V;
F, F, V, F, F;
V, V, V, V, V;
V, V, F, V, V.
Todos os itens a seguir listados são reconhecidos como escolas literárias ou movimentos literários, EXCETO:
Trovadorismo.
Lirismo.
Classicismo.
Arcadismo.
Simbolismo.
Com base em GERALDI, sobre o ensino de gramática e literatura, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(---) O material com que trabalha a literatura é fundamentalmente a palavra e, portanto, estudar literatura significa também estudar língua e vice-versa.
(---) A norma culta, ensinada pela escola, é a única possibilidade do uso da linguagem.
C - C.
E - E.
E - C.
C - E.
Leia as afirmativas a seguir:
I. Na avaliação da aprendizagem em Língua Portuguesa, o professor deve supervalorizar os resultados das provas periódicas, geralmente de caráter classificatório, em detrimento de suas observações diárias, de caráter diagnóstico.
II. Raul Pompeia, em sua obra O Ateneu, leva o leitor a conhecer o personagem Sérgio e a sua descoberta da falsidade e dos comportamentos sórdidos de um mundo onde não há lugar para o amor e a amizade.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
O discurso literário só avança na contramão e é desse modo que consegue tornar audíveis as mais diferentes vozes, estabelecer diálogos diversos e inusitados, acolher o próximo e o distante, o estranho e o familiar. Se o faz é porque oferece mitos e contramitos capazes de abalar o que acreditávamos ser inquestionável, o que supúnhamos sentir e pensar. É por ser múltipla que a literatura oferece um espaço de liberdade.
CADEMARTORI, L. O professor e a literatura: para pequenos, médios e grandes. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. p. 50.
Considerando o que coloca Ligia Cademartori nesse trecho, favorecer e promover a leitura de literatura no exercício da função docente significa possibilitar aos alunos experiências capazes de:
Romper paradigmas.
Determinar fronteiras.
Reafirmar convicções.
Enraizar preconceitos.
Em termos gerais, a bossa nova revolucionou o modo de se fazer samba no Brasil ao, ente outros aspectos, abordar em suas letras temáticas:
Filosóficas
Complexas
Simples
Polêmicas
Acadêmicas
Texto I
Na leitura e na escrita do texto literário encontramos o senso de nós mesmos e da comunidade a que pertencemos. A literatura nos diz o que somos e nos incentiva a desejar e a expressar o mundo por nós mesmos. E isso se dá porque a literatura é uma experiência a ser realizada. É mais que um conhecimento a ser reelaborado, ela é a incorporação do outro em mim sem renúncia da minha própria identidade. No exercício da literatura, podemos ser outros, podemos viver com os outros, podemos romper os limites do tempo e do espaço de nossa experiência e, ainda assim, sermos nós mesmos.
COSSON, R. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2016. p. 17.
Texto II
Prefiro as linhas tortas, como Deus. Em menino eu sonhava de ter uma perna mais curta (Só pra poder andar torto). Eu via o velho farmacêutico de tarde, a subir a ladeira do beco, torto e deserto... toc ploc toc ploc. Ele era um destaque. Se eu tivesse uma perna mais curta, todo mundo haveria de olhar para mim: lá vai o menino torto subindo a ladeira do beco toc ploc toc ploc.
Eu seria um destaque. A própria sagração do Eu.
BARROS, M. Livro sobre nada. São Paulo: LeYa, 2013. p. 28.
O poema de Manoel de Barros, Texto II, pode ser usado em sala de aula para promover o exercício da literatura, conforme Rildo Cosson propõe no Texto I. Para tanto, o professor poderia mediar a leitura dos alunos apontando que esse poema:
Constrói a significação de que o caminhar do velho farmacêutico é rápido através de frases curtas.
Demonstra a empatia do eu lírico com um perfil de pessoa comumente marginalizado na sociedade.
Emprega onomatopeias com a finalidade de produzir o efeito de sentido de uma pessoa mancando.
Transgride formas poéticas tradicionais por não possuir divisão em versos e estrofes e esquema de rimas.
O Professor pode usar de formações literárias populares para desenvolver a oralidade dos alunos. O Professor poderá utilizar a seguinte prática pedagógica:
O Papagaio come milho. periquito leva a fama. Cantam uns e choram outros Triste sina de quem ama. |
No contexto das capacidades linguísticas essa formação literária pode ser corretamente conceituada como:
Cartão postal.
Parlenda.
Folder.
Advérbios.
Leia o seguinte texto:
Num mundo moderno ou pós-moderno como o nosso, que privilegia a imagem e a rapidez das informações, parece quase não haver espaço para a leitura e para o estudo da literatura.
Literatura é a arte da palavra, e estudar sua história é o mesmo que compreender a evolução do pensamento e dos sentimentos humanos através dos tempos.
É também aprender a ler textos, extrai-lhes o sentido mais profundo e perceber de que forma eles estão relacionados com o momento histórico em que foram criados, com a estrutura da sociedade e com a tradição cultural.
Estudar a literatura brasileira é buscar as raízes culturais de nosso povo e de nossa língua. É compreender aquilo que somos hoje e por que somos assim.
CEREJA, W. R. e MAGALHÃES, T. C. Literatura brasileira. São Paulo: Atual CEREJA, W. R. e MAGALHÃES, T. C. Literatura brasileira. São Paulo: Atual, 2000. Excerto da Apresentação.
De acordo com o texto, o estudo da literatura nos permite:
1. privilegiar a imagem e a rapidez das informações.
2. entender como o pensamento do homem evoluiu.
3. ampliar nossa capacidade de leitura de textos.
4. relacionar os diversos textos à História humana.
Estão corretas:
1, 2 e 4, apenas.
1 e 3, apenas.
2, 3 e 4, apenas.
1, 2 3 e 4.