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André, estudante de Direito da Universidade Alpha Kappa, estava estudando sobre os crimes contra a honra, quando aprendeu sobre a exceção da verdade, cabível também no crime de calúnia. Durante a aula, perguntou ao professor se seria cabível a exceção da verdade do crime imputado, embora de ação pública, o ofendido foi absolvido por sentença irrecorrível. O professor Acácio respondeu que:
Neste caso não caberia a exceção da verdade, pois trata-se de uma das exceções previstas no Código Penal para exceção da verdade no caso do crime de calúnia.
É cabível a exceção da verdade.
A exceção da verdade não é cabível no crime de calúnia.
Não é cabível a exceção da verdade no ordenamento jurídico brasileiro
Exceção da verdade só é cabível na hipótese de crime cujo ofendido foi absolvido por sentença irrecorrível.
Falsiane deu ensejo à instauração de investigação policial após imputar à Inocência o crime de sonegação fiscal, mesmo sabendo que ela era inocente. A conduta de Falsiane:
É atípica.
Configura o crime de comunicação falsa de crime ou de contravenção.
Configura falso testemunho.
Configura o crime de calúnia.
Configura o crime de denunciação caluniosa.
Andreia, advogada, proferiu ofensa à dignidade de uma colega de profissão durante audiência, na discussão da causa. De acordo com o Código Penal, assinale a alternativa CORRETA:
Trata-se de crime de calúnia.
Trata-se de crime de injúria.
Trata-se de conduta atípica.
Trata-se de crime de difamação.
Não constitui injúria a ofensa irrogada em juízo, na discussão da causa, pela parte ou por seu procurador.
Quando alguém imputa falsamente a outrem um fato definido como crime, o Código Penal define essa conduta como crime de
injúria.
difamação.
calúnia.
falsidade.
perjúrio.
Caio imputou a Rodrigo a prática do crime de furto em um estabelecimento comercial. Rodrigo, revoltado, resolveu procurar um advogado para saber qual medida poderia ser adotada. De acordo com o Código Penal, a conduta de Caio configura crime de:
Injúria.
Difamação.
Calúnia.
Dano.
Exposição a perigo.
De acordo com o decreto-lei n° 2.848/40, Código Penal, é correto afirmar que:
a suspensão condicional da pena se estende às penas restritivas de direitos e à multa.
o querelado que, antes da sentença, se retrata cabalmente da calúnia ou da difamação, fica isento de pena.
no peculato doloso, a reparação do dano, se precede à sentença irrecorrível, extingue a punibiiidade; se lhe é posterior, reduz de metade a pena imposta.
o crime de estupro procede-se mediante ação penal pública condicionada à representação caso a vítima tenha dezessete anos de idade.
considera-se arrependimento eficaz quando, nos crimes cometidos sem violência ou grave ameaça à pessoa, seja reparado o dano ou restituída a coisa, até o recebimento da denúncia ou da queixa.
Acusar falsamente determinada pessoa de ter cometido fato que é definido como crime, configura o delito de:
constrangimento ilegal
injúria real.
calúnia, ainda que esta pessoa seja falecida
calúnia, apenas se a pessoa for viva
injúria discriminatória
Sobre os crimes contra a honra previstos no Código Penal, analise as proposições a seguir:
I. Não é punível a calúnia contra os mortos.
II. Na difamação, imputa-se fato definido como crime.
III. Na difamação, a exceção da verdade somente se admite se o ofendido é funcionário público e a ofensa é relativa ao exercício de suas funções.
IV. O querelado que, antes da sentença, se retrata cabalmente da calúnia ou da difamação, fica isento de pena.
Estão CORRETAS
I e III, apenas.
II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Sobre os crimes da Parte Especial do Código Penal, analise as afirmativas a seguir, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) O “aborto com consentimento” da gestante constitui exceção à teoria monística adotada pelo Código Penal.
( ) Sob a mesma rubrica, o legislador tipificou dois modelos distintos de lesão corporal: a grave e a gravíssima. Segundo o Código Penal, a perda ou inutilização de membro, sentido ou função, devidamente atestada em laudo pericial, é classificada como lesão grave.
( ) O crime de perigo de contágio venéreo se consuma com a prática da relação sexual ou de ato libidinoso, independentemente do efetivo contágio que, se ocorrer, será simples exaurimento do delito.
( ) No crime de difamação, não é admitida a exceção da verdade.
A sequência está correta em
V, F, F, V.
F, V, V, F.
V, F, V, F.
F, V, V, V.
Tendo em conta os artigos 138 a 145 do Código Penal, que tratam dos crimes contra a honra, assinale a alternativa correta.
Nos crimes de calunia e difamação, procede-se mediante queixa. Já no crime de injúria, em qualquer de suas modalidades, procede-se mediante representação do ofendido.
No crime de calúnia, praticado em detrimento de chefe de governo estrangeiro, admite-se exceção da verdade.
No crime de difamação, praticado em detrimento de funcionário público, admite-se a exceção da verdade, desde que a ofensa seja relativa ao exercício de suas funções.
A retratação da ofensa, que isenta o querelado de pena, desde que feita antes da sentença, aplica-se aos crimes de calúnia, difamação e injúria.
Não constituem injúria ou difamação punível a ofensa irrogada em juízo, na discussão da causa, pela parte ou por seu procurador, estendendo a exclusão do crime a quem der publicidade à ofensa.
Com relação à punibilidade e às causas de sua extinção, julgue os itens a seguir.
I A morte do agente extingue todos os efeitos penais, exceto a cobrança da pena de multa e da pena alternativa pecuniária, que poderão ser cobradas dos herdeiros.
II O instrumento normativo para instrumentalizar o indulto e a anistia é o decreto presidencial; enquanto a graça é concedida por lei.
III De acordo com o Código Penal, o recebimento de indenização pelo dano resultante do crime caracteriza renúncia tácita ao direito de prestar queixa.
IV A retratação, prevista no Código Penal, é admitida nos casos de crimes contra a honra, mas apenas se tratar-se de calúnia e difamação, sendo inadmissível na injúria.
V Em se tratando de crimes contra honra, o Código Penal prevê a possibilidade de retratação exclusivamente pessoal, ou seja, ela não se comunica aos demais ofensores.
Estão certos apenas os itens
O ato de imputar fato ofensivo à reputação de alguém é tipificado como crime de:
Difamação.
Injuria racial.
Calunia.
Injuria.
A calúnia, a injúria e a difamação são crimes contra a honra.
Certo
Errado
Em relação aos crimes contra a honra, é CORRETO afirmar que:
A calúnia contra os mortos não é passível de punição.
Difamar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime, constitui o delito de difamação.
Constitui delito de difamação ofender a dignidade ou o decoro.
Constitui injúria ou difamação punível a ofensa irrogada em juízo, na discussão da causa, pela parte ou por seu procurador.
O querelado que, antes da sentença, se retrata cabalmente da calúnia ou da difamação, fica isento de pena.