Questões de Concurso sobre Convalidação dos Atos Administrativos

 
 
Disciplina 1
Assunto 6
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
315 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Se determinado ato administrativo produziu efeitos de modo irregular, não há mecanismo legal para tornar válidos tais efeitos.


C

Certo


E

Errado

Ato administrativo é a exteriorização da vontade dos agentes da Administração Pública ou de seus delegatários, nessa condição, que, sob regime de direito público, vise à produção de efeitos jurídicos, com o fim de atender ao interesse público. A respeito da extinção do ato administrativo, assinale a alternativa correta.


A
Anulação ou invalidação é a extinção de um ato ilegal, determinada pela Administração ou pelo Judiciário, com eficácia retroativa – ex tunc.

B

A convalidação é uma forma de suprir defeitos leves do ato administrativo para preservar sua eficácia e implica na sua extinção a curto prazo.


C

A revogação é a modalidade de extinção do ato administrativo que ocorre quando o administrado deixa de preencher condição necessária para permanência da vantagem.


D

A anulação consiste na extinção do ato administrativo em consequência da sobrevinda de norma legal, proibindo situação que o ato autorizava. Assim, funciona como uma anulação por causa superveniente.

Quanto ao controle dos atos da Administração Pública, é correto afirmar que:


A

a revogação do ato administrativo, por motivo de conveniência e oportunidade, não gera qualquer direito adquirido.


B

não cabe ao administrador rever os seus atos, em virtude do princípio da legitimidade dos atos administrativos.


C

em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros, os atos que apresentarem defeitos sanáveis poderão ser convalidados pela própria Administração.


D

não cabe ao Poder Judiciário fazer controle de legalidade, em virtude do princípio constitucional da separação dos Poderes.


E

os atos da Administração não se sujeitam nem à prescrição nem à decadência.

Quanto à cassação, revogação, anulação e convalidação dos atos administrativos, assinale a alternativa correta.


A

Revogação é a extinção do ato administrativo por motivo de ilegalidade.


B

Anulação é a extinção do ato administrativo por se mostrar inconveniente.


C

Cassação é a extinção de um ato administrativo em razão de descumprimento, pelo particular beneficiário dos deveres que lhe competiam para gozar o ato.


D

Convalidação é a extinção do ato administrativo por força de lei.

Promotor de Justiça de Tutela Coletiva, no bojo de inquérito civil público e visando à sua instrução, expediu ofício ao Secretário Municipal de Administração, mediante entrega pessoal via Oficial do Ministério Público, requisitando remeter relação nominal de todos os servidores ocupantes de cargo em comissão daquela pasta. Ao chegar na repartição municipal, o Oficial do MP João realizou a entrega do ofício em mãos ao destinatário, obtendo o respectivo recibo de entrega.

Em seguida, verificando que a planilha requisitada pelo Promotor no ofício estava sobre a mesa do agente municipal, João promoveu coercitivamente a imediata apreensão do documento, não obstante a negativa do Secretário. Em verdade, como comprovado pelo Secretário, o objetivo do Oficial do MP não era adiantar o cumprimento da requisição, e sim retaliá-lo, por ser seu antigo desafeto.

Nesse caso, o ato administrativo de apreensão do documento praticado por João é:


A

válido, eis que atingiu os fins a que se destinava o ofício requisitório, atendendo ao elemento finalidade do ato, que é alcançar o interesse público;


B

válido, desde que o Promotor de Justiça ratifique o ato para fins de convalidação do vício sanável em seu elemento objeto, uma vez que o interesse público foi atingido;


C

inválido por improbidade administrativa, em razão de vício em seus elementos motivo (por desvio de poder) e objeto (por carência de respaldo legal);


D

inválido por abuso de autoridade, em razão de vício em seus elementos forma (por desvio de poder) e objeto (por carência de respaldo legal);


E

inválido por abuso de poder, em razão de vício em seus elementos competência (por excesso de poder) e finalidade (por desvio de poder).

A respeito da convalidação dos atos administrativos, é correto afirmar que


A

ato praticado com a desobediência de formalidades legais não pode ser convalidado.


B

a convalidação pode recair sobre atos discricionários, mas não sobre atos vinculados.


C

pode ser efetuada tanto pela própria Administração que praticou o ato quanto pelo Poder Judiciário, caso provocado pelo interessado.


D

com a convalidação regulariza-se o ato que possui defeitos sanáveis, desde a origem.


E

ato praticado com vício de competência quanto à matéria admite convalidação.

A ofensa à isonomia é mais grave que qualquer outra ilegalidade, devendo ser estendidos os efeitos de ato administrativo, mesmo ilegal, àqueles que, em igualdade de condições, não estiverem usufruindo dos mesmos benefícios que os favorecidos pelo referido ato.


C
Certo

E
Errado

Assinale a alternativa correta no que se refere ao instituto da convalidação administrativa, prevista no Art. 55, da Lei nº 9.784/1999:


A

Incide sobre atos administrativos portadores de vícios sanáveis de ilegalidade nos elementos forma e competência.


B

Incide sobre atos administrativos portadores de qualquer vício de validade jurídica.


C

Visa regularizar atos administrativos inexistentes no plano jurídico.


D

Tem aplicação somente nos atos administrativos discricionários portadores de vício de nulidade.


E

Tem aplicação nos atos administrativos portadores de vícios estabilizados por força da prescrição ou decadência.

De acordo com a doutrina de José dos Santos Carvalho Filho, em seu Manual de Direito Administrativo, são formas de convalidação do ato administrativo:

A
Revogação, reforma e conversão.

B
Revogação, ratificação e conversão.

C
Ratificação, reforma e conversão.

D
Confirmação, ratificação e conversão.

E
Confirmação, ratificação e reforma.

A Lei 9.784, de 29 de janeiro de 1999, trata de vários aspectos relacionados às nulidades, aos vícios dos atos administrativos, além de disposições procedimentais.

Leia as afirmativas a seguir e, de acordo com este diploma legal, marque a opção INCORRETA:


A

O agente público responsável por um ato administrativo eivado de vício de legalidade tem o dever de anulá-lo, havendo, ainda, a faculdade de revogação deste ato, respeitando-se os direitos adquiridos, por razões de conveniência e oportunidade.


B

Decai em 5 anos o direito da administração de anular atos que sejam favoráveis aos seus destinatários, sendo que este prazo decadencial, na hipótese de efeitos patrimoniais contínuos, contar-se-á da percepção do primeiro pagamento.


C

A convalidação de decisão administrativa com defeitos sanáveis é um dever condicionado à não ocorrência de lesão ao interesse público e prejuízo a terceiros.


D

Aplicam-se aos processos administrativos os princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório.


E

Mesmo na hipótese de reexame necessário, o ato administrativo decisório deve ser motivado, indicando-se os fatos e fundamentos jurídicos que lhe dão sustentação.

Com relação à convalidação do ato administrativo é correto afirmar:


A

Qualquer ato administrativo é passível de convalidação.


B

Encerra meio de suprimento de vício existente em ato ilegal, passível de saneamento.


C

Os efeitos da convalidação não retroagem.


D

Envolve a retirada de um ato administrativo por razões de conveniência e oportunidade.

Os atos administrativos poderão ser convalidados pela própria Administração


A

quando apresentarem defeitos sanáveis que não acarretem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros.


B

no prazo decadencial de cinco anos, quando gerarem efeitos favoráveis aos administrados.


C

quando apresentarem erro material, ainda que cause prejuízo a terceiros.


D

quando eivados por vícios de legalidade, ainda que cause prejuízos a terceiros.


E

por razões de conveniência ou oportunidade.

A convalidação dos atos administrativos


A

produz efeitos futuros, ou seja, posteriores à data da convalidação, anulando aqueles decorrentes da edição do ato viciado.


B

enseja a edição de novo ato administrativo, que produz efeitos desde a data em que foi editado o ato viciado, salvo disposição expressa em sentido contrário.


C

é admitida diante da constatação de vício de qualquer natureza, salvo se já exauridos os efeitos do ato originalmente praticado.


D

é causa de extinção do ato administrativo original, que fica substituído pelo novo ato editado.


E

pode se referir apenas a atos discricionários, pois demanda juízo de oportunidade e conveniência para edição do ato convalidatório.

A convalidação dos atos administrativos


A

nem sempre é possível, sendo inviável, por exemplo, quando presente vício relacionado à finalidade do ato.


B

somente é possível quando presente vício de competência, ainda que privativa, sendo denominada, neste caso, ratificação.


C

corresponde à confirmação do ato pela autoridade hierarquicamente superior àquela que o praticou, denominando-se homologação.


D

depende, para sua efetivação, de recurso administrativo manejado pelo interessado ou terceiro prejudicado.


E

somente pode ser efetivada por ato de ofício, pela própria autoridade que praticou o ato, como expressão da autotutela.

Com o início de uma nova gestão, foi nomeado outro secretário para a Pasta Estadual da Saúde, que solicitou o levantamento dos contratos em execução no órgão. Foi apurado, nesse contexto, que um importante contrato de fornecimento de medicamentos para abastecimento das unidades de saúde estaduais fora subscrito, na ausência do secretário anterior, por funcionário desprovido de poderes de representação. Diante da constatação, o novo secretário de estado


A

deve instaurar procedimento administrativo para regularizar o contrato, notificando o secretário anterior para subscrição do instrumento, cujos efeitos valerão ex tunc.


B

pode considerar regular e válido o contrato, não constituindo a delegação de poderes de representação uma formalidade essencial à validade do ato.


C

poderá convalidar o ato praticado pelo funcionário incompetente, tendo em vista que se trata de vício sanável e que a regularização da representação do órgão no contrato atenderá o interesse público.


D

deverá intimar a contratada para reportar a nulidade do contrato, conferindo prazo para manifestação e apresentação dos valores referentes aos serviços executados para ressarcimento.


E

poderá revogar o contrato, diante do vício constatado, não eximindo a Administração pública de indenizar a contratada pelos serviços executados.

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado