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A inalienabilidade é característica dos bens integrantes do domínio público do como decorrência desta, a imprescritibilidade, a impenhorabilidade e a impossibilidade de oneração. Considerando o contexto apresentado, analise as proposições abaixo e em seguida assinale a alternativa correta:
I. A inalienabilidade, não é absoluta em relação àqueles bens que, por sua própria natureza, são insuscetíveis de valoração patrimonial.
II. Os bens inalienáveis em decorrência de destinação legal e sejam suscetíveis de valoração patrimonial podem perder o caráter de inalienabilidade, desde que percam a destinação pública, o que ocorre pela desafetação.
III. a alienabilidade não é absoluta, pois os bens que têm esse caráter, por não terem qualquer destinação pública (os bens dominicais ou bens do domínio privado do Estado) podem perdê-la pelo instituto da afetação.
Somente I está correta.
Somente II está correta.
II e III estão corretas.
I, II e III estão corretas.
Acerca de Bens Públicos, assinale a alternativa correta.
São públicos os bens de domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno; todos os outros são particulares. seja qual for a pessoa a que pertencerem.
Terra devoluta é espécie de bem dominical.
Bens de uso especial são bens que a Administração Pública mantém para o uso normal da população.
o ajuizamento de ação contra o foreiro, na qual se pretende usucapião do domínio útil do bem, viola a regra de que os bens públicos não se adquirem por usucapião.
Assinale a alternativa em desacordo as Súmulas de Direito Administrativo do STJ e STF.
A ocupação indevida de bem público configura mera detenção, de natureza precária, insuscetível de retenção ou indenização por acessões e benfeitorias.
As concessões de terras devolutas situadas na faixa de fronteira, feitas pelos estados, autorizam, apenas, o uso, permanecendo o domínio com o estado, ainda que se mantenha inerte ou tolerante, em relação aos possuidores.
Os incisos I e XI do art. 20 da Constituição Federal não alcançam terras de aldeamentos extintos, ainda que ocupadas por indígenas em passado remoto.
Os registros de propriedade particular de imóveis situados em terrenos de marinha não são oponíveis à União.
“Suponhamos que se tenha que fazer uma obra pública, como o TRT de Roraima, por exemplo. Para tanto, a União desapropria, e tem-se a propriedade de João. Entre estas duas áreas, existe outra que ficou inaproveitável para Administração, que não tem interesse em ficar com ela. Permite a lei que se aliene, com licitação dispensada, esta parte que se tornou inaproveitável, desde que o preço esteja compreendido dentro do estabelecido na Lei. Mas a lei permite que João a adquira com dispensando a licitação” (MADEIRA, José Maria Pinheiro. Administração Pública. Tomo I, p.286. 12.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2017). A situação retratada acima exemplifica hipótese de:
fato do Príncipe.
investidura.
fato da Administração.
teoria da Imprevisão.
fato Fortuito.
A Administração Pública pode conferir a pessoas determinadas, mediante instrumento jurídico específico, o direito de utilização de bens públicos.
Quanto às formas de uso privativo, é correto afirmar:
Cessão de uso é aquela em que o Poder Público consente o uso de bem público por órgãos da mesma pessoa ou de pessoa diversa, mediante remuneração específica, quando o exercício da atividade traduza interesse para a coletividade.
O prazo para uso privativo de bem público deve estar determinado no instrumento a ser firmado com o particular, não podendo caracterizar uso por prazo indeterminado ou superior a dez anos a contar da assinatura do instrumento.
Concessão de uso é o contrato administrativo pelo qual o Poder Público confere a pessoa determinada o uso privativo de bem público, independentemente do maior ou menor interesse público da pessoa concedente.
A concessão de uso pressupõe remuneração pelo uso do bem público, não se admitindo concessões sem qualquer ônus para o concessionário, sob pena de o concessionário reivindicar a posse do bem.
Em relação aos bens, como as edificações onde estão instaladas as “Escolas Públicas”, no Município de Novo Hamburgo (RS), são classificados como bens públicos os de uso(s)
comum do povo, sendo inalienáveis e não sujeitos a usucapião.
dominicais, podendo ser alienáveis e sujeitos a usucapião.
dominicais, sendo inalienáveis e não sujeitos a usucapião.
especiais, sendo inalienáveis e não sujeitos a usucapião.
especiais, podendo ser alienáveis e não sujeitos a usucapião.
A doutrina costuma classificar os diversos tipos de bens públicos a partir de três critérios, quais sejam, quanto à titularidade, quanto à disponibilidade, quanto à destinação. Sabendo disso, assinale a alternativa CORRETA:
Quanto à disponibilidade os bens públicos podem ser classificados em bens indisponíveis por natureza que são aqueles que, devido à sua intrínseca condição não patrimonial são insucessíveis a alienação ou oneração.
Quanto à destinação, os bens públicos podem ser de três tipos: de uso comum do povo, de uso especial e dominicais. Os bens de uso comum são aqueles afetados a uma destinação específica. Fazem parte do aparelhamento administrativo sendo considerados instrumentos para execução de serviços públicos.
Quanto à titularidade os bens públicos serão sempre bens federais ou estaduais.
Os bens dominicais possuem utilidade específica não podendo ser utilizados para qualquer fim.
Os rios, a partir do instante em que as águas deixam de percorrer seus leitos, secam e se transformam em solo comum. Referido fenômeno gera uma forma de aquisição daquela propriedade imóvel e a área que resultar dessa situação é dividida entre os proprietários ribeirinhos. No mesmo raciocínio, tal acontecimento pode significar a aquisição de bens por pessoas de direito público no caso de serem proprietárias desses terrenos ribeirinhos. Esses bens, vindo a integrar seu patrimônio, passam a caracterizar-se como bens públicos.
A respeito do tema “Bens Públicos”, em atenção ao que preleciona a doutrina do Direito Administrativo, o texto acima indica claramente que estamos diante de um exemplo de acessão efetivada
por aluvião.
pela construção de obras ou plantações.
pelo abandono de álveo.
por avulsão.
pela formação de ilhas.
É o “fato administrativo pelo qual se atribui ao bem público uma destinação pública especial de interesse direto ou indireto da Administração.” (CARVALHO FILHO, 2017). Trata-se de:
A respeito das diferentes classes de bens públicos, assinale a opção correta.
Bens de uso comum do povo e de uso especial estão sujeitos a usucapião.
Bens de uso comum do povo são aqueles que constituem patrimônio das pessoas jurídicas de direito público, como as terras devolutas.
Bens de uso dominical são aqueles destinados à utilização da sociedade em geral, como praças e rios.
Bens de uso especial são aqueles utilizados pela administração pública para seu estabelecimento e para a execução de serviços.
Bens de uso comum do povo e de uso especial podem ser alienados.
No que se refere ao regime jurídico dos bens públicos, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – É possível que a Administração Pública adquira bem imóvel por usucapião.
II – A alienação de bem público imóvel municipal depende de autorização legislativa.
III – Os Municípios não constam da vocação hereditária de aquisição de propriedade, caso o antigo proprietário faleça sem que sobreviva qualquer herdeiro.
Apenas o item I é verdadeiro.
Apenas o item II é verdadeiro.
Apenas o item III é verdadeiro.
Apenas os itens I e II são verdadeiros.
Todos os itens são verdadeiros.
O edifício utilizado como sede da Administração Municipal deve ser classificado como bem
de uso comum.
de uso especial.
dominical.
de interesse público.
É transferir a outrem, por ato voluntário, o domínio de alguma coisa. Quando se fala em bem público, o objeto dessa transferência é um item, bem móvel ou imóvel, que integra o acervo patrimonial da administração direta, indireta ou fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios. Essa é uma definição de:
Consagração de bem público.
Consagração de bem público.
Alienação de bem público.
Afetação de bem público.
Leia as afirmativas a seguir:
I. Em softwares editores de texto, como o Microsoft Word, os parágrafos podem apenas ser alinhados à esquerda.
II. No planejamento, não se deve determinar previamente o que se deve fazer ou quais os objetivos a serem atingidos.
III. O conceito de bens imóveis não inclui os prédios e as edificações pertencentes ao ente público.
Marque a alternativa CORRETA:
Nenhuma afirmativa está correta.
Está correta a afirmativa I, apenas.
Estão corretas as afirmativas II e III, apenas.
Estão corretas as afirmativas I e III, apenas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Na administração pública brasileira, os bens públicos pertencem ao patrimônio da União, dos Estados ou dos Municípios. Nesse sentido, os bens com destinação pública e de uso geral pelos membros da coletividade, podendo o Poder Público regular, restringir ou mesmo impedir seu uso de acordo com o interesse público, são os:
Alguns doutrinadores consideram bens públicos os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público (União, Estados, Distrito Federal, Municípios, suas autarquias e fundações), sendo que estes bens públicos apresentam determinadas características. Quanto a caraterística de imprescritibilidade, analisando a discretiva das alternativas abaixo, qual afirmativa está correta?
Os bens públicos não podem ser gravados, ou seja, não podem ser oferecidos como garantia de penhor.
Com esta característica, os bens públicos são insuscetíveis de aquisição por usucapião.
O administrador público não dispõe livremente dos bens públicos.
A regra é que os bens públicos não possam ser vendidos, doados ou permutados.
São desafetados e ainda obedecem aos devidos trâmites legais como prévia avaliação e interesse público.
Sobre as modalidades de uso privativo de bens públicos por particulares, é incorreto afirmar:
O contrato que confere ao particular um direito de natureza real, em regra, deve ser precedido de licitação, na modalidade concorrência, com critério de julgamento de maior lance ou oferta.
A concessão de direito real de uso se diferencia da concessão de uso de bem público pela ausência de precariedade.
A ocupação de área de passeio público para a instalação de uma banca de jornais e revistas é exemplo de permissão de uso de bem público.
A concessão de direito real de uso resolve-se caso o concessionário dê ao imóvel destinação diversa da estabelecida no contrato ou termo.
Suponha que há em um dos bairros de Birigui um imóvel de propriedade do município que é utilizado como centro administrativo, mas o Poder Executivo deseja aliená-lo e subsequentemente construir um edifício mais moderno em uma região estratégica para o desenvolvimento da cidade. Considerando a situação hipotética é correto afirmar que
o imóvel é classificado como bem de uso comum e não pode ser alienado.
o imóvel é classificado como bem dominical e pode ser alienado.
o imóvel somente poderá ser alienado se for demonstrado que ele não atende a sua função social.
o imóvel poderá ser alienado após a desafetação e realizada a autorização legislativa.
a alienação do imóvel, como de qualquer bem público, deve necessariamente ser precedida de licitação.
Sobre a ação de desapropriação por utilidade pública, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) São devidos honorários advocatícios em percentual fixado pelo juiz sobre a diferença entre a oferta e a indenização, corrigidas ambas monetariamente.
( ) Ficam sub-rogados no valor da indenização quaisquer ônus incidentes sobre o bem expropriado, tais como hipoteca, penhora ou usufruto.
( ) Não cabe desistência da ação desapropriatória após o depósito judicial do preço e o deferimento da imissão provisória do expropriante na posse.
( ) Os débitos fiscais serão deduzidos dos valores depositados para pagamento da indenização, ainda que não inscritos em dívida ativa.
Assinale a sequência correta.
F, F, V, V
V, F, F, V
F, V, V, F
V, V, F, F
As terras devolutas são
terras de propriedade da União que não têm afetação específica e que, portanto, são consideradas disponíveis.
terras públicas que estão afetadas a um uso público, mas que ainda não foram arrecadadas por ações discriminatórias.
terras públicas ou privadas localizadas em faixas de fronteira, reservas indígenas ou terrenos de marinha.
terras públicas ou privadas consideradas indispensáveis à defesa de fronteira e à preservação ambiental.
terras públicas não incorporadas a patrimônio particular e que não estejam afetadas a qualquer uso público.