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A respeito da Convalidação dos Atos Administrativos, pode-se afirmar que:
Tanto Atos Vinculados como Atos Discricionários podem ser objeto de convalidação;
A possibilidade de Convalidação de Atos Administrativos não é absoluta, sendo considerados como vícios sanáveis apenas aqueles relacionados ao motivo e ao objeto;
Um Ato Convalidado não produz efeitos retroativos, dessa forma, os eventos anteriores à sua efetivação conservam os efeitos gerados no período, ainda que adquiram validade;
A Convalidação consiste na prerrogativa da Administração de corrigir e regularizar os vícios insanáveis dos Atos Administrativos.
Pedro, servidor que ingressou recentemente em órgão administrativo encarregado de conceder licença de edificação, expediu alvará para construção de um galpão, verificando, posteriormente, que a competência para tanto seria de seu superior hierárquico. Diante de tal situação, caberá a
anulação do ato e a sua substituição por outro hígido, praticado pela autoridade competente, dado seu caráter discricionário.
declaração de nulidade do ato, eis que vício de competência não é passível de saneamento.
convalidação do ato pela autoridade competente, desde que presentes os requisitos legais para a concessão da licença, eis que se trata de ato vinculado.
manutenção do ato, desde que o particular esteja de boa-fé e não tenha induzido a autoridade a erro, vedada a anulação ou revogação pela Administração.
homologação do ato pelo superior hierárquico, com produção de efeitos apenas a partir do ato homologatório, dado seu caráter discricionário.
Sobre revogação, anulação e convalidação dos atos administrativos no âmbito da Administração Pública Federal, o direito da administração de anular e revogar seus próprios atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários
prescreve em 3 anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé, a exceção das situações flagrantemente inconstitucionais, que não se convalidam com o mero decurso do tempo. No caso de efeitos patrimoniais contínuos, o prazo de decadência contar-se-á da percepção do último pagamento.
decai em 5 anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé, a exceção das situações flagrantemente inconstitucionais, que não se convalidam com o mero decurso do tempo. No caso de efeitos patrimoniais contínuos, o prazo de decadência contar-se-á da percepção do primeiro pagamento.
ainda que digam respeito a situações flagrantemente inconstitucionais, decai em 5 anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé, em razão da preservação dos princípios da segurança jurídica e da confiança legítima. No caso de efeitos patrimoniais contínuos, o prazo de decadência contar-se-á da percepção do último pagamento.
ainda que digam respeito a situações flagrantemente inconstitucionais, prescreve em 5 anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé, em razão da preservação dos princípios da segurança jurídica e da confiança legítima. No caso de efeitos patrimoniais contínuos, o prazo de decadência contar-se-á da percepção do primeiro pagamento.
A respeito da convalidação dos atos administrativos, assinale a alternativa correta.
Os vícios que admitem a convalidação são os relacionados à competência, à forma e ao motivo.
A convalidação é vedada exclusivamente em três hipóteses: má-fé do administrado, vícios insanáveis e lesão ao interesse público.
A ratificação é a convalidação do ato administrativo que apresenta vício de motivo ou de forma.
A convalidação involuntária pode ser denominada de decadência administrativa.
A convalidação configura atividade vinculada da Administração Pública e na modalidade voluntária pode ocorrer sempre por meio da ratificação ou da conversão.
Quanto aos aspectos relacionados ao ato administrativo, assinale a alternativa correta.
A Administração deve revogar seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode anulá-los por motivo de conveniência ou de oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
Em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros, os atos que apresentarem defeitos sanáveis poderão ser convalidados pela própria Administração.
O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, mesmo que seja comprovada má-fé.
O objeto do ato administrativo é a situação de fato ou de direito que autoriza a atuação administrativa.
O motivo é o efeito jurídico e material imediato que será produzido pelo ato administrativo.
Considere as assertivas a seguir.
I. A Administração deve revogar seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode anulá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
II. O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé.
III. Os atos que apresentarem defeitos sanáveis poderão ser convalidados pela própria Administração, por meio de decisão na qual se evidencie que não há lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros.
Está CORRETO o que se afirma:
Apenas em I.
Apenas em I e II.
Apenas em III.
Apenas em II e III.
Em relação ao controle dos atos da Administração Pública, assinalar a alternativa CORRETA:
A homologação é uma espécie de controle subsequente ou corretivo.
A revogação de um ato administrativo diz respeito ao controle de sua legalidade.
A convalidação de um ato viciado é admitida para os atos nulos e anuláveis.
O controle hierárquico ocorre apenas no âmbito da Administração Direta.
Suponha que um determinado ato administrativo tenha sido praticado pela autoridade “B”, durante as férias da autoridade “A” que é titular da atribuição legal exclusiva. Quanto ao assunto, assinale a afirmativa correta.
A autoridade “B” pode praticar o ato administrativo porque o titular da atribuição estava de férias.
O referido ato administrativo possui vício de sujeito e não poderá ser convalidado pela autoridade “A”.
O referido ato administrativo se classifica como ato complexo, já que foi praticado por outro agente público.
Um dos atributos do ato administrativo é a presunção de veracidade; por isso, o ato não pode ser questionado.
Um dos atributos do ato administrativo é a autoexecutoriedade, o que permite sua prática pela autoridade “B”.
Pedro, servidor público que atua em órgão da Administração, se deu conta de que havia emitido autorização de uso de um bem público, quando, pela normatização vigente, a competência para a prática do ato seria de seu superior, embora, no passado, já tenha recebido delegação para a prática de atos de tal natureza. Ciente da situação, o particular interessado solicitou a regularização do referido ato administrativo, o que
é mandatório com base na teoria da aparência, desde que o particular comprove que não houve erro grosseiro no endereçamento do pedido.
é juridicamente possível, porém demanda um juízo de conveniência e oportunidade do detentor da competência, eis que se trata de ato discricionário.
constitui direito do particular, com base no princípio da confiança legitima, salvo se comprovado dolo ou má-fé.
assegura a convalidação do ato, mediante ratificação, não sendo possível, contudo, a manutenção dos efeitos do ato praticado pela autoridade incompetente.
afigura-se juridicamente inviável, eis que vícios de competência não são passíveis de saneamento, devendo o particular iniciar novo procedimento, autônomo, perante a autoridade competente.
A Lei nº 9.784/1999 trata do processo administrativo federal. Acerca dos institutos previstos nesse diploma, assinale a alternativa correta.
A revogação é instituto ligado à existência de vícios de legalidade no ato administrativo, sendo a respectiva prática uma faculdade da Administração.
Os atos administrativos poderão ser convalidados, ainda que acarretem lesão ao interesse público ou prejuízo a terceiros.
De acordo com a mencionada lei, não cabe, de maneira geral, recursos de decisões administrativas.
A revogação é instituto ligado ao mérito do ato administrativo, entendido como motivos de conveniência e oportunidade, sendo a respectiva prática uma faculdade da Administração, respeitados os direitos adquiridos.
Todos os atos e todas as decisões administrativas são delegáveis, uma vez que a competência para essa prática é renunciável.
Autoridades competentes da União verificaram que determinado ato administrativo discricionário foi regularmente deferido com base na legislação então vigente, de modo que não possuía qualquer vício, mas que a superveniência de lei fez com que ele se tornasse incompatível com o ordenamento jurídico.
Nesse caso, é correto afirmar que tal situação deveria ensejar a
caducidade do ato administrativo.
revogação do ato administrativo.
convalidação do ato administrativo.
cassação do ato administrativo.
anulação do ato administrativo.
Sobre Controle da Administração Pública, considerando um ato administrativo ilegal emanado de Secretário Estadual, assinale a afirmativa correta.
Revogação é forma de exercício do controle jurisdicional.
O controle parlamentar permite a revogação do referido ato.
A convalidação deve ocorrer se o ato for praticado a menos de cinco anos.
O controle administrativo permite o exercício do poder de autotutela.
A anulação do ato só pode der feita pelo próprio Secretário Estadual.
Convalidação de ato administrativo é uma medida da administração pública que busca sanar defeito do ato, com efeitos ex tunc, isto é, retroativos.
Certo
Errado
A convalidação do ato administrativo, não pode ser chamada de:
ratificação.
reforma.
confirmação.
sanatória.
De acordo com a lei que dispõe sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Pública de Minas Gerais, satisfeitos os demais requisitos legais, os atos que apresentarem defeito sanável
poderão ser convalidados pela Administração.
poderão ser convalidados pelo Poder Judiciário.
poderão ser revogados pela Administração.
prescindem de convalidação pela Administração.
serão convalidados pela Administração.
A ausência de conveniência e/ou oportunidade supervenientes de ato administrativo editado ensejam
reedição.
anulação.
revogação.
transação.
convalidação.
Convalidar ato administrativo significa
tornar válido o ato, que até então não era, com efeito retroativo.
validar o ato posteriormente à sua prática, mas sem efeito retroativo.
anular o ato e executar outro em sua substituição.
revogar o ato, não o substituindo por nenhum outro.
tomar suspenso os efeitos do ato alé sua regularização.
Sobre a extinção dos atos administrativos, assinale a alternativa CORRETA.
A convalidação pode ser aplicada em atos vinculados que geram direitos subjetivos aos particulares em que se percebeu lesão ao interesse público.
A anulação pode ser aplicada quando o beneficiário do ato não cumpre condições fixadas pela Administração.
A cassação pode ser aplicada quando detectada ilegalidade superveniente imputada ao beneficiário do ato.
A revogação pode ser aplicada quando o ato administrativo é tornado inválido em seus efeitos, tanto antes como após o momento da sua extinção.
Considere o caso concreto a seguir: num edital de abertura de concurso público, estava consignado que o julgamento de recursos seria realizado por comissão designada pela autoridade competente. Cinco candidatos que tiveram suas inscrições indeferidas interpuseram recurso e tiveram suas inscrições homologadas por meio de pareceres de comissão que estava atuando sem Ato Oficial de designação. Depois de o resultado do concurso ter sido publicado e três daqueles candidatos devidamente classificados, foi publicado Ato Oficial de designação, com efeitos retroativos ao edital de abertura do certame. Considerando a doutrina sobre os atos administrativos e que a Comissão de Julgamento de Recurso emitiu seus pareceres nos exatos termos do edital de abertura do certame e sem ferir nenhum princípio e nenhuma lei, julgue as assertivas a seguir e assinale a alternativa que melhor atenda o interesse público.
Os pareceres da comissão de recurso são nulos, não sendo possível tomar medidas saneadoras.
Os pareceres da comissão de recurso podem ser convalidados, com efeitos ex tunc, retroativos à data de publicação do edital de abertura do certame, suprindo vício de omissão que desnaturava parcialmente os referidos pareceres.
O concurso público deve ser anulado desde a data de publicação do edital de abertura, considerando que uma de suas regras foi violada.
É possível tomar medida de convalidação dos pareceres da comissão de recursos, com efeitos ex nunc.
Sobre a convalidação, no que tange aos atos administrativos, assinale a alternativa correta.
Respeita os efeitos já produzidos pelo ato.
É a relação entre o motivo e o conteúdo do ato.
Na convalidação, são enunciados: a regra de direito, os fatos ocorridos, a relação de pertinência lógica entre os fatos ocorridos e o ato praticado.
É o ato administrativo pelo qual é suprimido o vício existente em um ato ilegal, com efeitos retroativos à data na qual este foi praticado.
É o requisito formalístico do ato.